Com o objetivo de levar ao público em geral, informações sobre o risco
para a vida humana que equipamentos e produtos não certificados e por
conseqüência inseguros em sua aplicação podem causar, um grupo de
empresas de peso e mais atuantes no mercado juntamente a revistas
especializadas e outras associações como a ABINEE (Associação
Brasileira da Indústria Eletroeletrônica), ABREME (Associação
Brasileira dos Revendedores e Distribuidores de Material Elétrico) e
ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos),
formaram o Grupo de Trabalho: Produtos Contrafeitos e Ilegalidades em
2008, o qual engloba participantes das três Associações citadas,
criando um tripé: fabricação, distribuição e aplicação do produto.
O
consumo de energia teve evolução diferente nas distintas regiões do
país. No Centro-Oeste, a demanda de energia cresceu 10% em março, em
relação ao mesmo mês do ano anterior. Nas regiões Sudeste e Norte, os
consumos caíram 2,5% e 0,5% no mês passado, segundo dados divulgados
pela Empresa de Pesquisa Energética nesta segunda-feira, 27 de abril.
A
classe residencial da região Centro-Oeste registrou aumento de 11,2% no
consumo. No Mato Grosso do Sul, por exemplo, a demanda da classe subiu
20%, em razão da temperatura mais elevada e de mudanças nos
procedimentos comerciais da Enersul. A classe industrial cresceu 5,9%
no mês e a comercial, em 8,9% na região. No primeiro trimestre, o
consumo acumulou alta de 6,6% nos estados da região. Enquanto, a classe
industrial tem queda de 1%, as residências e comércio crescem 8,7% e
9,8%, respectivamente.
Já o maior mercado de energia do país, o
Sudeste, teve retração do consumo puxado pela indústria, que recuou
15,4%. Contra um forte crescimento de 11,6% do segmento residencial e
de 10,2%, comercial. De acordo com a EPE, a demanda residencial teve
forte alta em todos os estados da região: 7% em São Paulo, 22% no Rio
de Janeiro, 16% em Minas Gerais e 18% no Espírito Santo.
Quando comparamos a iluminação que possuímos hoje com a que foi
inventada em 1880, conseguimos perceber o quanto os conceitos evoluíram
e continuam a evoluir.
Novas aplicações para a luz foram inventadas e novas possibilidades
de iluminação para os lugares mais difíceis de serem pensados foram
criadas. A luz quebrou e continua quebrando barreiras a cada instante.
O Passado
Ao ser inventada, a lâmpada incandescente
era o grande fenômeno da iluminação. Produzida em escala industrial
pelo americano Thomas Edison, que introduziu o sistema de base
rosqueável, a lâmpada foi rapidamente popularizada e se tornou uma das
maiores invenções do século XIX. Em seguida, foi a vez das fluorescentes
que, por gastarem muito menos energia elétrica e agredirem em menor
quantidade o meio ambiente, tornaram-se ótima opção para o consumidor,
principalmente o brasileiro quando estava passando pelo período do
apagão.